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31 março, 2012

Como acabar com a flacidez abdominal.

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Como acabar com a flacidez abdominal
Postado por Toda Perfeita
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A flacidez na barriga ou flacidez abdominal acontece principalmente após certa idade, ou depois da primeira ou segunda gravidez, devido principalmente a perda de peso considerado. Para conseguir uma barriga durinha novamente depois da gravidez você deverá fazer atividades físicas e manter uma dieta equilibrada.Com essas medidas é bem possível que você consiga resgatar novamente sua forma fisica, mas isso é se você não tiver um excesso de pele pois uma vez instalado só se resolve com cirurgia plástica para remover a pele flácida.
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A técnica da remoção da flacidez através do bisturi chama-se abdominoplastia porem é preciso passar por uma avaliação para decidir qual é a mais indicada a cada caso. Procurar por um bom cirurgião plastico para fazer uma consulta de avaliação é fundamental para avaliar as expectativas em relação ao próprio corpo. Somente assim o profissional irá descubrir o que a pessoa espera na cirurgia de reparação e até decidir qual técnica utilizara para a remoção da flacidez e dizer as possibilidades e os limites que a técnica apresenta.A flacidez na barriga ou flacidez abdominal acontece principalmente após certa idade, ou depois da primeira ou segunda gravidez, devido principalmente a perda de peso considerado. Para conseguir uma barriga durinha novamente depois da gravidez você deverá fazer atividades físicas e manter uma dieta equilibrada.Com essas medidas é bem possível que você consiga resgatar novamente sua forma física, mas isso é se você não tiver um excesso de pele pois uma vez instalado só se resolve com cirurgia plástica para remover a pele flácida.
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A técnica da remoção da flacidez através do bisturi chama-se abdominoplastia porem é preciso passar por uma avaliação para decidir qual é a mais indicada a cada caso. Procurar por um bom cirurgião plástico para fazer uma consulta de avaliação é fundamental para avaliar as expectativas em relação ao próprio corpo. Somente assim o profissional irá descobrir o que a pessoa espera na cirurgia de reparação e até decidir qual técnica utilizara para a remoção da flacidez e dizer as possibilidades e os limites que a técnica apresenta.
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ABDOMINOPLASTIA
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Constituição do Abdômen
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A parede do abdômen é constituída de uma série de camadas que envolvem e protegem os elementos que estão colocados no interior da cavidade abdominal. Se forem analisadas essas camadas observaremos, abaixo da pele, uma grossa camada, chamada de subcutâneo, que é constituída fundamentalmente de tecido gorduroso. Mais profundamente, encontramos três capas superpostas de tecido muscular. Esses músculos formam a parede muscular que permite o esforço de contração abdominal com compressão das estruturas profundas viscerais. No momento em que realizamos um determinado esforço, por exemplo, o esforço da defecação, esses músculos se contraem e comprimem estruturas profundas, desencadeando uma determinada ação.
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De todas as regiões do organismo, a parede abdominal é, provavelmente, uma das que mais freqüentemente acumula gordura, a qual se deposita no subcutâneo. A parede abdominal é sujeita às alterações importantes em determinadas fases do ciclo de vida de alguns indivíduos.
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Nas mulheres, durante a gestação, pela presença de uma massa (o feto), que se desenvolve de maneira bastante volumosa no interior da cavidade uterina, ocorre um aumento importante de toda a cavidade, fazendo com que a musculatura, em determinadas circunstâncias, possa sofrer alterações, com o afastamento das massas musculares na linha média. Exatamente na linha média existe uma linha vertical que passa pela cicatriz umbilical onde os grupamentos musculares do lado direito e do lado esquerdo fundem-se. Quando ocorre o aumento intra-abdominal gestacional, esta linha pode sofrer um processo de afastamento.
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Esse esgarçamento faz com que, na linha média, possam aparecer hérnias. Hérnias são zonas de fragilidade da parede muscular que permitem a saída de vísceras (porções de intestino) de dentro da cavidade para o exterior. Essas hérnias podem tornar-se mais ou menos volumosas, dependendo do grau de pressão intra-abdominal e do grau de alteração da parede muscular.
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Essas modificações internas manifestam-se na porção externa da parede abdominal com alterações mais ou menos volumosas. Sabe-se que mulheres que têm gestações sucessivas apresentam mais facilidade para o aparecimento desse quadro.
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O que é abdominoplastia?
Pelas razões acima explicadas - patologias ou doenças da parede abdominal - é necessário, com maior ou menor freqüência, a correção cirúrgica da parede abdominal. A cirurgia da parede abdominal é denominada de abdominoplastia.
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A abdominoplastia visa à correção funcional e estética da parede abdominal. Dependendo do tipo de anormalidade, pode ser necessária a correção dos elementos profundos, musculares, ou os da superfície, com a retirada dos excessos gordurosos.
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No homem também ocorrem alterações da parede abdominal, fundamentalmente por conta de flacidez da musculatura e devido a acúmulo gorduroso na porção abdominal inferior abaixo da cicatriz umbilical.
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Quando gestações sucessivas causam alterações na parede abdominal da mulher, ou quando, tanto na mulher quanto no homem, o excesso de depósito de tecido gorduroso desencadeia uma saliência não estética, ou ainda, após um extenso emagrecimento, o excesso de tecidos resultantes no abdômen pode exigir correção. Nessas situações, cabe ao cirurgião plástico a correção desses defeitos.
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O tipo de anestesia a ser utilizado nessa intervenção cirúrgica pode ser combinado com o cirurgião ou com o anestesista em uma visita pré-operatória.
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Como é feita a cirurgia?
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Durante a cirurgia é realizada uma incisão com o mesmo posicionamento da incisão habitualmente utilizada na cesariana. Entretanto, é importante frisar que a incisão utilizada na abdominoplastia é bem mais longa. É feito então um descolamento amplo em toda a parede anterior e lateral do abdome. Com este campo operatório preparado, a parede muscular pode ser examinada detidamente e as alterações corrigidas minuciosamente.
Hérnias podem ser fechadas,
esgarçamento da linha média pode ser corrigido e,
associado a isso, pode ser retirado o excesso de gordura da parede.
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Corrigidos os defeitos dos elementos profundos e superficiais, é feito então o fechamento da parede e a recolocação da cicatriz umbilical em sua posição normal. O paciente é posicionado na cama de forma semi-fletida (dobrada), o que impede a tração nos tecidos trabalhados. Em geral, a hospitalização para esse tipo de procedimento cirúrgico dura de dois a três dias.
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Como é o pós-operatório?
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Durante as primeiras semanas de pós-operatório, o paciente não deve realizar esforços físicos, pois existe o risco de abertura das suturas realizadas na musculatura. Depois desse tempo, gradualmente, o paciente vai voltando à sua vida normal, e os esforços podem tornar a fazer parte da sua rotina. A cicatriz resultante dependerá fundamentalmente da qualidade de cicatrização desse paciente em particular. Cada indivíduo apresenta uma peculiaridade especial no que diz respeito à cicatrização. Existem indivíduos que após uma cirurgia desse tipo ficam com uma cicatriz quase imperceptível. Outros, entretanto, formam cicatrizes hipertróficas ou queloideanas que alteram o resultado final satisfatório do procedimento. Claro que sempre existirá a possibilidade de tentativa de melhoria dessas cicatrizes.
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A cicatrização é um fenômeno que depende de elementos intrínsecos e extrínsecos. Os fatores extrínsecos dependem do cuidado com o manejo dos tecidos. Os fatores intrínsecos dependem fundamentalmente das características genéticas e pessoais do indivíduo. Existem situações em que, apesar de todos os cuidados, o resultado das cicatrizes não é de boa qualidade, pois as características do indivíduo não permitem uma cicatrização esteticamente satisfatória.
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Freqüentemente, são necessários procedimentos cirúrgicos de retoques em abdominoplastias. Esses retoques podem se constituir em tentativas: de melhoria de cicatriz,
de melhoria do perfil, ou
de correção de irregularidades na distribuição da gordura.
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Revisado por Dr. Eduardo Chem

30 março, 2012

Pare de reclamar tanto de seus problemas,

Semana da água - São José das Palmeiras

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Estudantes de São José participaram de diversas atividades durante a Semana da Água.
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A Secretaria de Educação, Cultura e Esportes de São José das Palmeiras, com o apoio do Departamento de Meio Ambiente e membros do Coletivo Educador Municipal, desenvolveu no decorrer da semana da água, uma série de atividades envolvendo os alunos da rede municipal de ensino.
Durante as atividades, uma faixa foi fixada na praça central com frase de conscientização. Através da Rádio Comunitária estudantes da Escola Municipal Regente Feijó deram dicas à população do uso adequado da água.
A comemoração referente à semana da água incluiu diversas atividades culturais realizadas pelos alunos e professores da Escola Municipal, Centro de Educação Infantil e Educação de Jovens e Adultos (EJA).
A programação também contou com trilhas ecológicas aplicadas aos estudantes do 5º ano, retomando o projeto “Conhecendo o Município”, e uma visita dos alunos da classe especial ao Aquário Municipal de Toledo.
As atividades foram encerradas com a entrega de um calendário confeccionado com uma foto dos alunos da Escola Municipal durante a comemoração do dia da água realizada no ano anterior.

Sad Romance - Violin

SIMPLESMENTE LINDO..!
Feridas
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Num dia caloroso de verão no sul da Florida, um garoto decidiu ir nadar no lago atrás de sua casa. Saiu correndo pela porta traseira, se jogou na água e ficou nadando feliz. Sua mãe desde a casa olhava pela janela, e viu com horror o que estava acontecendo.
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Em seguida correu atrás de seu filho gritando o mais forte que podia. Ouvindo a mãe, o menino se tocou, olhou e foi nadando ate ela. Porém era tarde, muito tarde.
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A mãe conseguiu agarrar o menino pelos braços justo quando o animal agarrava suas pernas. A mulher lutava determinada, com toda a força do seu coração.
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O crocodilo era mais forte, mas a mãe era muito mais apaixonada e seu amor não a abandonava. Um senhor que escutou os gritos correu para o lugar com uma pistola e matou o crocodilo.
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O menino sobreviveu e, ainda que suas pernas tenham sofrido bastante, ele pôde voltar a caminhar. Quando saiu do trauma, um enfermeiro lhe perguntou se ele queria mostrar as cicatrizes das suas pernas. O menino levantou o lençol e mostrou ao rapaz.
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Então, com grande orgulho e arregaçando as mangas ele disse: “Mas as que você deve ver são estas”. Eram as marcas das unhas da sua mãe que haviam pressionado com força sua pele. “As tenho porque mamãe não me soltou e salvou minha vida”.
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Moral da Historia: Nos também temos cicatrizes de um passado doloroso.
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Algumas foram causadas por nossos pecados, por pequenas ou grandes falhas, por desobediência, porem algumas foram das unhas de Deus que nos segurou com força para que não caíssemos nas garras do mal. Deus te abençoe sempre…

OBESIDADE

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OBESIDADE
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Excesso de peso corporal, aumento do peso corporal; aumento de gordura, gordura.
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O que é?
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Denomina-se obesidade uma enfermidade caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, associada a problemas de saúde, ou seja, que traz prejuízos à saúde do indivíduo.
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Como se desenvolve ou se adquire?
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Nas diversas etapas do seu desenvolvimento, o organismo humano é o resultado de diferentes interações entre o seu patrimônio genético (herdado de seus pais e familiares), o ambiente socioeconômico, cultural e educativo e o seu ambiente individual e familiar. Assim, uma determinada pessoa apresenta diversas características peculiares que a distinguem, especialmente em sua saúde e nutrição.
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A obesidade é o resultado de diversas dessas interações, nas quais chamam a atenção os aspectos genéticos, ambientais e comportamentais. Assim, filhos com ambos os pais obesos apresentam alto risco de obesidade, bem como determinadas mudanças sociais estimulam o aumento de peso em todo um grupo de pessoas. Recentemente, vem se acrescentando uma série de conhecimentos científicos referentes aos diversos mecanismos pelos quais se ganha peso, demonstrando cada vez mais que essa situação se associa, na maioria das vezes, com diversos fatores.
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Independente da importância dessas diversas causas, o ganho de peso está sempre associado a um aumento de a ingesta alimentar e a uma redução do gasto energético correspondente a essa ingesta. O aumento da ingesta pode ser decorrente da quantidade de alimentos ingeridos ou de modificações de sua qualidade, resultando numa ingesta calórica total aumentada. O gasto energético, por sua vez, pode estar associado a características genéticas ou ser dependente de uma série de fatores clínicos e endócrinos, incluindo doenças nas quais a obesidade é decorrente de distúrbios hormonais.
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O que se sente?
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O excesso de gordura corporal não provoca sinais e sintomas diretos, salvo quando atinge valores extremos. Independente da severidade, o paciente apresenta importantes limitações estéticas, acentuadas pelo padrão atual de beleza, que exige um peso corporal até menor do que o aceitável como normal.
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Pacientes obesos apresentam limitações de movimento, tendem a ser contaminados com fungos e outras infecções de pele em suas dobras de gordura, com diversas complicações, podendo ser algumas vezes graves. Além disso, sobrecarregam sua coluna e membros inferiores, apresentando a longo prazo degenerações (artroses) de articulações da coluna, quadril, joelhos e tornozelos, além de doença varicosa superficial e profunda (varizes) com úlceras de repetição e erisipela.
A obesidade é fator de risco para uma série de doenças ou distúrbios que podem ser:
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Doenças.....................................................Distúrbios
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Hipertensão arterial........................................Distúrbios lipídicos
Doenças cardiovasculares....................................Hipercolesterolemia
Doenças cérebros-vasculares.................................Diminuição de HDL ("colesterol bom")
Diabetes Mellitus tipo II...................................Aumento da insulina
Câncer......................................................Intolerância à glicose
Osteoartrite................................................Distúrbios menstruais/Infertilidade
Coledocolitíase.............................................Apneia do sono
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A gordura corporal pode ser estimada também a partir da medida de pregas cutâneas, principalmente ao nível do cotovelo, ou a partir de equipamentos como a Bioimpedância, a Tomografia Computadorizada, o Ultrassom e a Ressonância Magnética. Essas técnicas são úteis apenas em alguns casos, nos quais se pretende determinar com mais detalhe a constituição corporal.
Na criança e no adolescente, os critérios diagnósticos dependem da comparação do peso do paciente com curvas padronizadas, em que estão expressos os valores normais de peso e altura para a idade exata do paciente. De acordo com suas causas, a obesidade pode ainda ser classificada conforme a tabela a seguir.
Risco Aumentado...........................Risco Muito............Aumentado
Homem......................................94 cm...................102 c
Mulher.....................................80 cm...................88 cm
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Classificação da Obesidade de Acordo com suas Causas:
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Obesidade por Distúrbio Nutricional
Dietas ricas em gorduras
Dietas de lancherias
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Obesidade por Inatividade Física
Sedentarismo
Incapacidade obrigatória
Idade avançada
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Obesidade Secundária a Alterações Endócrinas
Síndromes hipotalâmicas
Síndrome de Cushing
Hipotireoidismo
Ovários Policísticos
Pseudohipaparatireoidismo
Hipogonadismo
Déficit de hormônio de crescimento
Aumento de insulina e tumores pancreáticos produtores de insulina
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Obesidades Secundárias
Sedentarismo
Drogas: psicotrópicos, corticóides, antidepressivos tricíclicos, lítio, fenotiazinas, ciproheptadina, medroxiprogesterona
Cirurgia hipotalâmica
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Obesidades de Causa Genética
Autossômica recessiva
Ligada ao cromossomo X
Cromossômicas (Prader-Willi)
Síndrome de Lawrence-Moon-Biedl
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Cabe salientar ainda que a avaliação médica do paciente obeso deve incluir uma história e um exame clínicos detalhados e, de acordo com essa avaliação, o médico irá investigar ou não as diversas causas do distúrbio. Assim, serão necessários exames específicos para cada uma das situações. Se o paciente apresentar "apenas" obesidade, o médico deverá proceder a uma avaliação laboratorial mínima, incluindo hemograma, creatinina, glicemia de jejum, ácido úrico, colesterol total e HDL, triglicerídeos e exame comum de urina.
Na eventual presença de hipertensão arterial ou suspeita de doença cardiovascular associada, poderão ser realizados também exames específicos (Rx de tórax, eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergométrico) que serão úteis principalmente pela perspectiva futura de recomendação de exercício para o paciente.
A partir dessa abordagem inicial, poderá ser identificada também uma situação na qual o excesso de peso apresenta importante componente comportamental, podendo ser necessária a avaliação e o tratamento psiquiátrico.
A partir das diversas considerações acima apresentadas, julgamos importante salientar que um paciente obeso, antes de iniciar qualquer medida de tratamento, deve realizar uma consulta médica no sentido de esclarecer todos os detalhes referentes ao seu diagnóstico e as diversas repercussões do seu distúrbio.
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Como se trata?
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O tratamento da obesidade envolve necessariamente a reeducação alimentar, o aumento da atividade física e, eventualmente, o uso de algumas medicações auxiliares. Dependendo da situação de cada paciente, pode estar indicado o tratamento comportamental envolvendo o psiquiatra. Nos casos de obesidade secundária a outras doenças, o tratamento deve inicialmente ser dirigido para a causa do distúrbio.
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Reeducação Alimentar
Independente do tratamento proposto, a reeducação alimentar é fundamental, uma vez que, através dela, reduziremos a ingesta calórica total e o ganho calórico decorrente. Esse procedimento pode necessitar de suporte emocional ou social, através de tratamentos específicos (psicoterapia individual, em grupo ou familiar). Nessa situação, são amplamente conhecidos grupos de reforço emocional que auxiliam as pessoas na perda de peso. Independente desse suporte, porém, a orientação dietética é fundamental.
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Dentre as diversas formas de orientação dietética, a mais aceita cientificamente é a dieta hipocalórica balanceada, na qual o paciente receberá uma dieta calculada com quantidades calóricas dependentes de sua atividade física, sendo os alimentos distribuídos em 5 a 6 refeições por dia, com aproximadamente 50 a 60% de carboidratos, 25 a 30% de gorduras e 15 a 20% de proteínas.
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Não são recomendadas dietas muito restritas (com menos de 800 calorias, por exemplo), uma vez que essas apresentam riscos metabólicos graves, como alterações metabólicas, acidose e arritmias cardíacas.
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Dietas somente com alguns alimentos (dieta do abacaxi, por exemplo) ou somente com líquidos (dieta da água) também não são recomendadas, por apresentarem vários problemas. Dietas com excesso de gordura e proteína também são bastante discutíveis, uma vez que pioram as alterações de gordura do paciente além de aumentarem a deposição de gordura no fígado e outros órgãos.
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Exercício
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É importante considerar que atividade física é qualquer movimento corporal produzido por músculos esqueléticos que resulta em gasto energético e que exercício é uma atividade física planejada e estruturada com o propósito de melhorar ou manter o condicionamento físico.
O exercício apresenta uma série de benefícios para o paciente obeso, melhorando o rendimento do tratamento com dieta. Entre os diversos efeitos se incluem:
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a diminuição do apetite,
o aumento da ação da insulina,
a melhora do perfil de gorduras,
a melhora da sensação de bem-estar e auto-estima.
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O paciente deve ser orientado a realizar exercícios regulares, pelo menos de 30 a 40 minutos, ao menos 4 vezes por semana, inicialmente leves e a seguir moderados. Esta atividade, em algumas situações, pode requerer profissional e ambiente especializado, sendo que, na maioria das vezes, a simples recomendação de caminhadas rotineiras já provoca grandes benefícios, estando incluída no que se denomina "mudança do estilo de vida" do paciente.
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Drogas
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A utilização de medicamentos como auxiliares no tratamento do paciente obeso deve ser realizada com cuidado, não sendo em geral o aspecto mais importante das medidas empregadas. Devem ser preferidos também medicamentos de marca comercial conhecida. Cada medicamento específico, dependendo de sua composição farmacológica, apresenta diversos efeitos colaterais, algum deles bastante grave como arritmias cardíacas, surtos psicóticos e dependência química. Por essa razão devem ser utilizados apenas em situações especiais de acordo com o julgamento criterioso do médico assistente. No que se refere ao tratamento medicamentoso da obesidade, é importante salientar que o uso de uma série de substâncias não apresenta respaldo científico. Entre elas se incluem os diuréticos, os laxantes, os estimulantes, os sedativos e uma série de outros produtos freqüentemente recomendados como "fórmulas para emagrecimento". Essa estratégia, além de perigosa, não traz benefícios a longo prazo, fazendo com que o paciente retorne ao peso anterior ou até ganhe mais peso do que o seu inicial.
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Como se previne?
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Uma dieta saudável deve ser sempre incentivada já na infância, evitando-se que crianças apresentem peso acima do normal. A dieta deve estar incluída em princípios gerais de vida saudável, na qual se incluem a atividade física, o lazer, os relacionamentos afetivos adequados e uma estrutura familiar organizada. No paciente que apresentava obesidade e obteve sucesso na perda de peso, o tratamento de manutenção deve incluir a permanência da atividade física e de uma alimentação saudável a longo prazo. Esses aspectos somente serão alcançados se estiverem acompanhados de uma mudança geral no estilo de vida do paciente.
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Assim, pacientes obesos apresentam severo risco para uma série de doenças e distúrbios, o que faz com que tenham uma diminuição muito importante da sua expectativa de vida, principalmente quando são portadores de obesidade mórbida (ver a seguir).
Hipertensão arterial....................................Distúrbios lipídicos
Doenças cardiovasculares................................Hipercolesterolêmica
Doenças cérebros-vasculares.............................Diminuição de HDL ("colesterol bom")
Diabetes Mellitus tipo II...............................Aumento da insulina
Câncer..................................................Intolerância à glicose
Osteoartrite............................................Distúrbios menstruais/Infertilidade
Coledocolitíase.........................................Apnéia do sono
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Como o médico faz o diagnóstico?
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A forma mais amplamente recomendada para avaliação do peso corporal em adultos é o IMC (índice de massa corporal), recomendado inclusive pela Organização Mundial da Saúde. Esse índice é calculado dividindo-se o peso do paciente em quilogramas (Kg) pela sua altura em metros elevada ao quadrado (quadrado de sua altura) (ver item Avaliação Corporal, nesse site). O valor assim obtido estabelece o diagnóstico da obesidade e caracteriza também os riscos associados conforme apresentado a seguir:
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...IMC ( kg/m2).............................Grau de Risco.................Tipo de obesidade
18 a 24,9..............................Peso saudável................. Ausente
.......40 ou mais..............................Extremo......................Obesidade Grau III ("Mórbida")
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Conforme pode ser observado, o peso normal, no indivíduo adulto, com mais de 20 anos de idade, varia conforme sua altura, o que faz com que possamos também estabelecer os limites inferiores e superiores de peso corporal para as diversas alturas conforme a seguinte tabela:
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Altura(cm)...........Peso Inferior(kg).................Peso Superior(kg)
1.45..........................38.......................... 52
1.50..........................41.......................... 56
1.55..........................44. ........................ 60
1.60..........................47.......................... 64
1.65..........................50.......................... 68
1.70..........................53.......................... 72
1.75..........................56.......................... 77
1.80..........................59.......................... 81
1.85..........................62.......................... 85
1.90..........................65.......................... 91
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A obesidade apresenta ainda algumas características que são importantes para a repercussão de seus riscos, dependendo do segmento corporal no qual há predominância da deposição gordurosa, sendo classificada em:
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Obesidade Difusa ou Generalizada
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Obesidade Androide ou Troncular (ou Centrípeta), na qual o paciente apresenta uma forma corporal tendendo a maçã. Está associada com maior deposição de gordura visceral e se relaciona intensamente com alto risco de doenças metabólicas e cardiovasculares (Síndrome Plurimetabólica)
Obesidade Ginecoide, na qual a deposição de gordura predomina ao nível do quadril, fazendo com que o paciente apresente uma forma corporal semelhante a uma pêra. Está associada a um risco maior de artrose e varizes.
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Essa classificação, por definir alguns riscos, é muito importante e por esse motivo fez com que se criasse um índice denominado Relação Cintura-Quadril, que é obtido pela divisão da circunferência da cintura abdominal pela circunferência do quadril do paciente. De uma forma geral se aceita que existem riscos metabólicos quando a Relação Cintura-Quadril seja maior do que 0,9 no homem e 0,8 na mulher. A simples medida da circunferência abdominal também já é considerada um indicador do risco de complicações da obesidade, sendo definida de acordo com o sexo do paciente:
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Risco Aumentado........................Risco Muito............................. Aumentado
Homem....................................94 cm....................................102 cm
Mulher...................................80 cm.................................... 88 cm
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A gordura corporal pode ser estimada também a partir da medida de pregas cutâneas, principalmente ao nível do cotovelo, ou a partir de equipamentos como a Bioimpedância, a Tomografia Computadorizada, o Ultrassom e a Ressonância Magnética. Essas técnicas são úteis apenas em alguns casos, nos quais se pretende determinar com mais detalhe a constituição corporal.
Na criança e no adolescente, os critérios diagnósticos dependem da comparação do peso do paciente com curvas padronizadas, em que estão expressos os valores normais de peso e altura para a idade exata do paciente. De acordo com suas causas, a obesidade pode ainda ser classificada conforme a tabela a seguir.
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Classificação da Obesidade de Acordo com suas Causas:
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Obesidade por Distúrbio Nutricional
Dietas ricas em gorduras
Dietas de lancherias
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Obesidade por Inatividade Física
Sedentarismo
Incapacidade obrigatória
Idade avançada
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Obesidade Secundária a Alterações Endócrinas
Síndromes hipotalâmicas
Síndrome de Cushing
Hipotireoidismo
Ovários Policísticos
Pseudohipaparatireoidismo
Hipogonadismo
Déficit de hormônio de crescimento
Aumento de insulina e tumores pancreáticos produtores de insulina
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Obesidades Secundárias
Sedentarismo
Drogas: psicotrópicos, corticóides, antidepressivos tricíclicos, lítio, fenotiazinas, ciproheptadina, medroxiprogesterona
Cirurgia hipotalâmica
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Obesidades de Causa Genética
Autossômica recessiva
Ligada ao cromossomo X
Cromossômicas (Prader-Willi)
Síndrome de Lawrence-Moon-Biedl
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Cabe salientar ainda que a avaliação médica do paciente obeso deve incluir uma história e um exame clínicos detalhados e, de acordo com essa avaliação, o médico irá investigar ou não as diversas causas do distúrbio. Assim, serão necessários exames específicos para cada uma das situações. Se o paciente apresentar "apenas" obesidade, o médico deverá proceder a uma avaliação laboratorial mínima, incluindo hemograma, creatinina, glicemia de jejum, ácido úrico, colesterol total e HDL, triglicerídeos e exame comum de urina.
Na eventual presença de hipertensão arterial ou suspeita de doença cardiovascular associada, poderão ser realizados também exames específicos (Rx de tórax, eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergométrico) que serão úteis principalmente pela perspectiva futura de recomendação de exercício para o paciente.
A partir dessa abordagem inicial, poderá ser identificada também uma situação na qual o excesso de peso apresenta importante componente comportamental, podendo ser necessária a avaliação e o tratamento psiquiátrico.
A partir das diversas considerações acima apresentadas, julgamos importante salientar que um paciente obeso, antes de iniciar qualquer medida de tratamento, deve realizar uma consulta médica no sentido de esclarecer todos os detalhes referentes ao seu diagnóstico e as diversas repercussões do seu distúrbio.
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Como se trata?
O tratamento da obesidade envolve necessariamente a reeducação alimentar, o aumento da atividade física e, eventualmente, o uso de algumas medicações auxiliares. Dependendo da situação de cada paciente, pode estar indicado o tratamento comportamental envolvendo o psiquiatra. Nos casos de obesidade secundária a outras doenças, o tratamento deve inicialmente ser dirigido para a causa do distúrbio.
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Reeducação Alimentar
Independente do tratamento proposto, a reeducação alimentar é fundamental, uma vez que, através dela, reduziremos a ingesta calórica total e o ganho calórico decorrente. Esse procedimento pode necessitar de suporte emocional ou social, através de tratamentos específicos (psicoterapia individual, em grupo ou familiar). Nessa situação, são amplamente conhecidos grupos de reforço emocional que auxiliam as pessoas na perda de peso. Independente desse suporte, porém, a orientação dietética é fundamental.
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Dentre as diversas formas de orientação dietética, a mais aceita cientificamente é a dieta hipocalórica balanceada, na qual o paciente receberá uma dieta calculada com quantidades calóricas dependentes de sua atividade física, sendo os alimentos distribuídos em 5 a 6 refeições por dia, com aproximadamente 50 a 60% de carboidratos, 25 a 30% de gorduras e 15 a 20% de proteínas.
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Não são recomendadas dietas muito restritas (com menos de 800 calorias, por exemplo), uma vez que essas apresentam riscos metabólicos graves, como alterações metabólicas, acidose e arritmias cardíacas.
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Dietas somente com alguns alimentos (dieta do abacaxi, por exemplo) ou somente com líquidos (dieta da água) também não são recomendadas, por apresentarem vários problemas. Dietas com excesso de gordura e proteína também são bastante discutíveis, uma vez que pioram as alterações de gordura do paciente além de aumentarem a deposição de gordura no fígado e outros órgãos.
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Exercício
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É importante considerar que atividade física é qualquer movimento corporal produzido por músculos esqueléticos que resulta em gasto energético e que exercício é uma atividade física planejada e estruturada com o propósito de melhorar ou manter o condicionamento físico.
O exercício apresenta uma série de benefícios para o paciente obeso, melhorando o rendimento do tratamento com dieta. Entre os diversos efeitos se incluem:
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a diminuição do apetite,
o aumento da ação da insulina,
a melhora do perfil de gorduras,
a melhora da sensação de bem-estar e autoestima.
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O paciente deve ser orientado a realizar exercícios regulares, pelo menos de 30 a 40 minutos, ao menos 4 vezes por semana, inicialmente leves e a seguir moderados. Esta atividade, em algumas situações, pode requerer profissional e ambiente especializado, sendo que, na maioria das vezes, a simples recomendação de caminhadas rotineiras já provoca grandes benefícios, estando incluída no que se denomina "mudança do estilo de vida" do paciente.
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Drogas
A utilização de medicamentos como auxiliares no tratamento do paciente obeso deve ser realizada com cuidado, não sendo em geral o aspecto mais importante das medidas empregadas. Devem ser preferidos também medicamentos de marca comercial conhecida. Cada medicamento específico, dependendo de sua composição farmacológica, apresenta diversos efeitos colaterais, algum deles bastante grave como arritmias cardíacas, surtos psicóticos e dependência química. Por essa razão devem ser utilizados apenas em situações especiais de acordo com o julgamento criterioso do médico assistente. No que se refere ao tratamento medicamentoso da obesidade, é importante salientar que o uso de uma série de substâncias não apresenta respaldo científico. Entre elas se incluem os diuréticos, os laxantes, os estimulantes, os sedativos e uma série de outros produtos freqüentemente recomendados como "fórmulas para emagrecimento". Essa estratégia, além de perigosa, não traz benefícios a longo prazo, fazendo com que o paciente retorne ao peso anterior ou até ganhe mais peso do que o seu inicial.
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Como se previne?
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Uma dieta saudável deve ser sempre incentivada já na infância, evitando-se que crianças apresentem peso acima do normal. A dieta deve estar incluída em princípios gerais de vida saudável, na qual se incluem a atividade física, o lazer, os relacionamentos afetivos adequados e uma estrutura familiar organizada. No paciente que apresentava obesidade e obteve sucesso na perda de peso, o tratamento de manutenção deve incluir a permanência da atividade física e de uma alimentação saudável a longo prazo. Esses aspectos somente serão alcançados se estiverem acompanhados de uma mudança geral no estilo de vida do paciente.

Bom dia São José, que o amor de Cristo te proteja neste dia.


Reino dos Gifs, muito mais gifs para você
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PENSAMENTO
"O mundo é um grande espelho. Ele reflete de volta o que você é. Se você é carinhoso, se você é bondoso, se você é prestativo, o mundo se mostrará carinhoso, bondoso e prestatito para você. O mundo é o que você é."
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Thomas Dreier

29 março, 2012

“A Vergonha”

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“A Vergonha”
crônica de Luiz Fernando Veríssimo sobre o BBB
Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A décima (está indo longe) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência. Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB 10 é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros… todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB 10 é a realidade em busca do IBOPE. Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB 10. Ele prometeu um “zoológico humano divertido”. Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Se entendi corretamente as apresentações, são 15 os “animais” do “zoológico”: o judeu tarado, o gay afeminado, a dentista gostosa, o negro com suingue, a nerd tímida, a gostosa com bundão, a “não sou“piranha, mas não sou santa”, o modelo Mr. Maringá, a lésbica convicta, a DJ intelectual, o carioca marrento, o maquiador drag-queen e a PM que gosta de apanhar (essa é para acabar!!!). Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente,chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.. Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo santo dia.
Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).
Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a “entender o comportamento humano”. Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de trás $$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão. Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?
(Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores).
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário.
Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa…, ir ao cinema…, estudar…, ouvir boa música…, cuidar das flores e jardins…, telefonar para um amigo…, visitar os avós…, pescar…, brincar com as crianças…, namorar… ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.
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Obs.: Não há confirmação de que são palavras de Luis Fernando Veríssimo.

Hoje é dia de festa! - CMEI São José

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Hoje é dia de festa!
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Para quem já está acostumado a viver espetáculos e espalhar alegria por onde passa.
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Por isso no Dia do Circo, os alunos do Pré II do Centro Municipal de Educação Infantil, juntamente com a professora Loide apresentaram uma música aos alunos do Pré I, Maternal, Berçários I e II, para homenagear os palhaços que são os personagens principais do circo.
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Tivemos a presença da nossa palhacinha Layla, alunos do PETI e o professor Sandro que fizeram várias brincadeiras com as crianças. Foi tudo muito lindo!
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Parabéns a todos que se dedicaram para que esse dia acontecesse.
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Professora Sheila A. de O. Borba
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Coordenadora do CMEI São José

APRESENTAÇÃO DA CF 2012

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Oração da CF 2012
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Senhor Deus de amor,
Pai de bondade,
Nós vos louvamos e agradecemos
Pelo dom da vida,
Pelo amor com que cuidais de toda a criação.
Vosso Filho Jesus Cristo,
Em sua misericórdia, assumiu a cruz dos enfermos
E de todos os sofredores,
Sobre eles derramou a esperança de vida em plenitude.
Envie-nos, Senhor, o Vosso Espírito.
Guiai a vossa Igreja, para que ela,
Pela conversão se faça sempre mais,
Solidária às dores e enfermidades do povo,
E que a saúde se difunda sobre a terra.
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Amém.
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APRESENTAÇÃO DA CF 2012
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“Converte-te e crê no Evangelho”!
Ao recebermos a imposição das cinzas, no início da quaresma, somos convidados a viver o Evangelho, viver da Boa Nova.
A Boa Nova que recebemos é Jesus Cristo. Ele abriu um novo horizonte para todas as pessoas que nele crêem.
Crer no Evangelho é crer em Jesus Cristo que na doação amorosa da cruz deu-nos vida nova e concedeu-nos a graça de sermos filhos do Pai. Com sua morte transformou todas as realidades, criando um novo céu e uma nova terra.
A quaresma é o caminho que nos leva ao encontro do Crucificado-ressuscitado. Caminho, porque processo existencial, mudança de vida, transformação da pessoa que recebeu a graça de ser discípulo missionário. A oração, o jejum e a esmola indicam o processo de abertura necessária para sermos tocados pela grandeza da vida nova que nasce da cruz e da ressurreição.
Assim, atingidos por Ele e transformados n’Ele, percebemos que todas as realidades devem ser transformadas, para que todas as pessoas possam ter a vida plena do Reino.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promove a Campanha da Fraternidade, desde o ano de 1964, como itinerário evangelizador para viver intensamente o tempo da quaresma.
A Igreja propõe como tema da Campanha deste ano: “A fraternidade e a Saúde Pública”, e com o lema: Que a saúde se difunda sobre a terra (cf. Eclo 38,8). Deseja assim, sensibilizar a todos sobre a dura realidade de irmãos e irmãs que não têm acesso à assistência de Saúde Pública condizente com suas necessidades e dignidade. É uma realidade que clama por ações transformadoras. A conversão pede que as estruturas de morte sejam transformadas.
A Igreja, nessa quaresma, à luz da Palavra de Deus, deseja iluminar a dura realidade da Saúde Pública e levar os discípulos-missionários a serem consolo na doença, na dor, no sofrimento e na morte. E, ao mesmo tempo, exigir que os pobres tenham um atendimento digno em relação à saúde. Que ela se difunda sobre a terra, pois a salvação já nos foi alcançada pelo Crucificado.
À nossas Comunidades, grupos e famílias, uma abençoada caminhada quaresmal e celebremos a Jesus Cristo que fez novas todas as coisas.
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Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Prelado de São Felix - MT
Secretário Geral da CNBB
Pe. Luiz Carlos Dias
Secretário Executivo da
Campanha da Fraternidade

Bom dia São José, Tenha um ótimo dia abençoado por Deus.


Reino dos Gifs, muito mais gifs para você
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Pensamento
Um homem não pode fazer o certo numa área da vida, enquanto está ocupado em fazer o errado em outra. A vida é um todo indivisível.
Mahatma Gandhi

28 março, 2012

ESCOLA X VIOLÊNCIA

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Escola X Violência
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A violência é um problema social que está presente nas ações dentro das escolas, e se manifesta de diversas formas entre todos os envolvidos no processo educativo. Isso não deveria acontecer, pois escola é lugar de formação da ética e da moral dos sujeitos ali inseridos, sejam eles alunos, professores ou demais funcionários.
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Porém, o que vemos são ações coercitivas, representadas pelo poder e autoritarismo dos professores, coordenação e direção, numa escala hierárquica, estando os alunos no meio dos conflitos profissionais que acabam por refletir dentro da sala de aula.
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Além disso, a violência estampada nas ruas das cidades, a violência doméstica, os latrocínios, os contrabandos, os crimes de colarinho branco têm levado jovens a perder a credibilidade quanto a uma sociedade justa e igualitária, capaz de promover o desenvolvimento social em iguais condições para todos, tornando-os violentos, conforme esses modelos sociais.
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Nas escolas, as relações do dia a dia deveriam traduzir respeito ao próximo, através de atitudes que levassem à amizade, harmonia e integração das pessoas, visando atingir os objetivos propostos no projeto político pedagógico da instituição.
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Muito se diz sobre o combate à violência, porém, levando ao pé da letra, combater significa guerrear, bombardear, batalhar, o que não traz um conceito correto para se revogar a mesma. As próprias instituições públicas se utilizam desse conceito errôneo, princípio que deve ser o motivador para a falta de engajamento dessas ações.
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Aula motivadora que favorece a reflexão e o aprendizado
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Levar esse tema para a sala de aula desde as séries iniciais é uma forma de trabalhar com um tema controverso e presente em nossas vidas, oportunizando momentos de reflexão que auxiliarão na transformação social.
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Com recortes de jornais e revistas, pesquisas, filmes, músicas, desenhos animados, notícias televisivas, dentre outros, os professores podem levantar discussões acerca do tema numa possível forma de criar um ambiente de respeito ao próximo, considerando que todos os envolvidos no processo educativo devem participar e se engajar nessa ação, para que a mesma não se torne contraditória. E muito além das discussões e momentos de reflexão, os professores devem propor soluções e análises críticas acerca dos problemas a fim de que os alunos se percebam capacitados para agir como cidadãos.
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Afinal, a credibilidade e a confiança são as melhores formas de mostrar para crianças e jovens que é possível vencer os desafios e problemas que a vida apresenta.
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Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia

27 março, 2012

Inclusão Escolar

Inclusão
A Lei de Diretrizes e Bases de 20 de dezembro de 1996 é bem clara em seu parágrafo único: “o Poder Público adotará, como alternativa preferencial, a ampliação do atendimento aos educandos com necessidades especiais na própria rede pública regular de ensino”.
Ou seja, hoje é obrigação das escolas da rede pública incluir o aluno portador de deficiência em uma sala de ensino regular. A inclusão é um princípio que causou muitas polêmicas: Como um aluno que possui algum tipo de deficiência poderá acompanhar os demais? Como o professor irá lidar com o incluso se não possui experiências, tampouco formação?
Apesar de tantas dúvidas que ainda assolam o universo educacional, temos certeza de uma coisa: o aluno dever ser incluso. O educador sabe que aquela criança vai exigir dele maior preparo, cuidado e maior atenção no ensino e pensa: se fosse para cuidar de um só não haveria problema, mas como educá-lo de uma maneira correta com mais trinta, quarenta em sala? Alguns docentes se revoltam em pensar que não poderão educar aquela criança da maneira devida e não há nada que eles possam fazer a esse respeito.
Contudo, como educadores, temos que trabalhar a mente e o coração a respeito desse fato, ao invés de continuar questionando as autoridades que tomaram tal decisão. E nos atentar para o que de fato possa promover maior integração entre os alunos e aproveitar a situação para trabalhar certos princípios educacionais, como o preconceito, a tolerância, o respeito, as diferenças, o companheirismo.
O professor pode pesquisar experiências de colegas que deram certo, trocar idéias e informações com a direção e coordenação, deixar claro aos alunos que atitudes preconceituosas não são toleradas na sua sala, receber o aluno com carinho e confiança, incentivar o aluno com deficiência para despertar a criatividade e o interesse em aprender, se possível reservar um tempo específico só para o aluno, mostrar aos pais como o aluno é querido na sala e bem tratado, passar informações aos pais.
As práticas apontadas acima ajudam o educador a realmente incluir o aluno em sala e proporcionar a ele um ambiente tranqüilo e receptivo.
Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras

EU APRENDI.....

EU APRENDI......
Eu aprendi...
...que ignorar os fatos não os altera;
Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.
Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;
Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
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William Shakespeare

26 março, 2012

Valorizando as Diversidades

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Valorizando as Diversidades
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Cada pessoa é importante e possui sua forma peculiar de ser. Na escola, com crianças e adolescentes, não é diferente, pois cada um traz consigo uma bagagem cultural adquirida através do contato com a família, bem como com outras pessoas do seu meio social.
Os professores podem valorizar esses conceitos pré-existentes, dando oportunidade dos alunos demonstrarem seus conhecimentos prévios, sua cultura, dentre outros, abrindo espaços de discussões e vivências concretas.
As diferenças raciais podem ser estudadas pelo grupo onde cada um pesquisa sobre a raça do outro, a fim de descobrir a história daquela civilização, os costumes e suas tradições.
Na sala de aula o professor pode propor a apresentação em forma de murais, exposição dos trabalhos de pesquisa, além de experimentá-la através de pequenas peças teatrais.
Confeccionar materiais e fazer um acervo com estes também é atividade interessante, pois os alunos têm a oportunidade de ter contato direto com outras culturas. A diversidade dos cabelos pode ser explorada na confecção de perucas, feitas com materiais simples, mas que darão um efeito bem próximo ao real. Encha um balão e cubra-os com uma camada grossa de jornal e cola. Após seco, corte ao meio, obtendo assim duas partes que servirão como a base para se colar os cabelos. Estes podem ser feitos com lãs de aço, lãs de cores variadas como amarela, marrom, preta, ou cabelos sintéticos que são comprados prontos para ficar mais parecido com o aspecto natural. Roupas e acessórios também podem ser feitos através de materiais bem simples e reciclados.
Uma outra forma de se valorizar as diferentes culturas é levantar uma pesquisa dos jogos de cada uma delas. Existem jogos advindos da África, Irlanda, Japão, China, Índia e várias outras localidades. Os jogos também poderão ser confeccionados pelos alunos, proporcionando, além de uma aula bem agradável, momentos prazerosos ao utilizá-los na sala de aula
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A culinária também é uma forma de se descobrir as diversidades culturais. Aulas práticas são bem aceitas pelos alunos, pois proporcionam o desenvolvimento de um trabalho nas diversas áreas do conhecimento como a matemática – através das medidas, de química – com as misturas dos diferentes ingredientes, de português – com a escrita da receita ou de relatórios explicativos do desenvolvimento da atividade.
É bom lembrar que aulas interativas proporcionam um aprendizado eficaz não somente de conteúdos escolares, mas de experiências sociais que ficam por toda a vida, como: produzir diversos objetos, usar da criatividade e aprender a lidar com o próximo de forma respeitosa.
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Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia

25 março, 2012

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Aposentando os crucifixos
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O Conselho da Magistratura do Rio Grande do Sul determinou na semana passada que todos os símbolos religiosos – no caso mais específico, os crucifixos – sejam retirados dos tribunais e prédios do judiciário do estado. Segundo o relator da matéria, desembargador Cláudio Baldino Maciel, “Resguardar o espaço público do Judiciário para o uso somente de símbolos oficiais do Estado é o único caminho que responde aos princípios constitucionais republicanos de um estado laico, devendo ser vedada a manutenção dos crucifixos e outros símbolos religiosos em ambientes públicos dos prédios”.
Prefiro ficar fora das discussões acaloradas de praxe que acabam pipocando (e esquentando) quando temas como esse surgem na blogosfera, mas manter apenas os símbolos oficiais da República me parece bastante apropriado sim, afinal o Estado é laico. Não tenho como saber com certeza, mas desconfio que o Jotacê esteja até um pouco mais aliviado agora, sabendo que não vai mais ter que presenciar alguns julgamentos onde são tomadas decisões bem pouco condizentes com o que ele andou pregando por aí. Não devia ser nada fácil. É que a justiça e a Justiça nem sempre andam do ladinho uma da outra, melhor mesmo deixar cada edifício com suas próprias ornamentações.
Mas não deixo de achar isso tudo bastante curioso. Talvez eu seja mesmo muito simplezinha das ideias, mas é interessante ver a importância que as pessoas às vezes dão aos símbolos. Por mim, tanto se me dá se um prédio do tribunal tem em suas paredes um crucifixo, uma estrela de Davi, a Crescente muçulmana, uma imagem de Iemanjá, Buda ou Ganesh, ou uma bandeira do Flamengo. Se me garantirem que as decisões dentro da corte vão ser tomadas seguindo direitinho o que reza (êpa!) a Constituição Federal, a decoração da sala francamente não me interessa muito. Eu sei, eu sei, faz todo sentido não favorecer nenhum grupo específico. Também sou a favor da remoção desses símbolos, pra deixar bem clara a laicidade do Estado (mesmo que essa mesma laicidade muitas vezes derrape feio nas decisões do Congresso e nas atitudes dos cidadãos, e isso possa ser bem menos visível do que um objeto na parede ou em cima da mesa, mas vá lá).
Quando passei pela França no verão de 1997, peguei parte da briga travada entre governo e muçulmanos envolvendo o uso do véu nas escolas públicas. Mesas-redondas em todos os canais de TV, entrevistas intermináveis com especialistas disso e daquilo, pesquisas de opinião nas ruas, aquele auê, no final eu já estava dando razão pro Chirac, vamos proibir tudo, já que todo mundo quer ter razão. As pessoas às vezes precisam das coisas desenhadas mesmo, pra ver se entendem. Não sei como a laicidade do Estado se materializa no dia-a-dia dos franceses, mas pelo menos na questão dos símbolos a coisa foi levada ao pé da letra.
Mas eu acho que bem mais sério e digno da atenção dos magistrados e de quem mora nesse patropi abençoado por Deus (ôpa!) e bonito por natureza é constatar que o Estado laico fica bem mais ameaçado quando, por exemplo, uma lei municipal em Ilhéus estabelece que deve-se rezar o Pai Nosso antes das aulas nas escolas públicas, quando algumas escolas chutam Darwin pra escanteio e começam a ensinar Criacionismo pelas aulas de Ciências, ou quando a bancada evangélica do Congresso Nacional acha por bem meter o nariz nas resoluções do Conselho de Psicologia. Perto disso, a existência ou não de um crucifixo num edifício público me parece uma questão um pouco menor. Mas, como eu disse, talvez eu é que seja mesmo um bocado simplezinha das ideias.
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FONTE
Publicado por Monica
http://cronicasurbanas.wordpress.com/
Obs.
Navegando pela net me deparei com esta crônica e achei o assunto muito interessante, apôs ler várias vezes cheguei a conclusão que ninguém tem razão sobre isto, que o melhor a ser feito é se ter um consenso e um entendimento de toda a sociedade com relação a este assunto. Que não houvesse uma defesa acirrada sobre pontos tão polêmicos, que não houvesse exageros das partes interessadas em defender seus pontos. Como nosso estado é tido como laico, não seria viável ter um símbolo de uma religião somente. Ou se colocam todos, ou nenhum. Embora na minha opinião, como sempre houve a presença de um crucifixo em todas as repartições publicas, qual o problema de se discutir tanto sobre este assunto? Por que os mandatários deste pais não fazem por merecer os seus ganhos (que são muitos) e colocam em pauta, tantas coisas importantes com relação ao bem estar da sociedade?
Marcelo Martins

NINGUEM TE AMA COMO EU - EUGENIO JORGE - de ARNALDO REIS

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Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus – ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
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Manoel Bandeira

Lei Maria da Penha - - direito da mulher

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Lei Maria da Penha
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Histórico | Aspectos fundamentais da Lei | A Lei na íntegra
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A Lei 11.340/06, conhecida com Lei Maria da Penha, ganhou este nome em homenagem à Maria da Penha Maia Fernandes, que por vinte anos lutou para ver seu agressor preso.
Maria da Penha é biofarmacêutica cearense, e foi casada com o professor universitário Marco Antonio Herredia Viveros. Em 1983 ela sofreu a primeira tentativa de assassinato, quando levou um tiro nas costas enquanto dormia. Viveros foi encontrado na cozinha, gritando por socorro, alegando que tinham sido atacados por assaltantes. Desta primeira tentativa, Maria da Penha saiu paraplégica A segunda tentativa de homicídio aconteceu meses depois, quando Viveros empurrou Maria da Penha da cadeira de rodas e tentou eletrocutá-la no chuveiro.
Apesar de a investigação ter começado em junho do mesmo ano, a denúncia só foi apresentada ao Ministério Público Estadual em setembro do ano seguinte e o primeiro julgamento só aconteceu 8 anos após os crimes. Em 1991, os advogados de Viveros conseguiram anular o julgamento. Já em 1996, Viveros foi julgado culpado e condenado a dez anos de reclusão, mas conseguiu recorrer.
Mesmo após 15 anos de luta e pressões internacionais, a justiça brasileira ainda não havia dado decisão ao caso, nem justificativa para a demora. Com a ajuda de ONGs, Maria da Penha conseguiu enviar o caso para a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (OEA), que, pela primeira vez, acatou uma denúncia de violência doméstica. Viveiro só foi preso em 2002, para cumprir apenas dois anos de prisão.
O processo da OEA também condenou o Brasil por negligência e omissão em relação à violência doméstica. Uma das punições foi a recomendações para que fosse criada uma legislação adequada a esse tipo de violência. E esta foi a sementinha para a criação da lei. Um conjunto de entidades então reuniu-se para definir um anti-projeto de lei definindo formas de violência doméstica e familiar contra as mulheres e estabelecendo mecanismos para prevenir e reduzir este tipo de violência, como também prestar assistência às vítimas.
Em setembro de 2006 a lei 11.340/06 finalmente entra em vigor, fazendo com que a violência contra a mulher deixe de ser tratado com um crime de menos potencial ofensivo. A lei também acaba com as penas pagas em cestas básicas ou multas, além de englobar, além da violência física e sexual, também a violência psicológica, a violência patrimonial e o assédio moral.
OS SÍMBOLOS DA PEDOFILIA
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Os pedófilos estão se comunicando e se identificando através de símbolos
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Proteja seu filho da pedofilia. Não é nossa intenção que saiam à rua procurando em pessoas alguns dos símbolos que são considerados pela polícia como os logotipos utilizados por pedófilos, para identificar suas preferências sexuais. Esse alerta é para que estejam atentos. Queremos ainda deixar claro que se por acaso alguma pessoa for vista usando acessórios com símbolos iguais ou semelhantes, ela não é necessariamente um pedófilo, pois muitos desses desenhos já existem há muito tempo.
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Identificar pedófilos
O F.B.I. Elaborou um informe em que indica e registra uma série de símbolos utilizados por pedófilos para serem identificados entre si. Os símbolos são sempre compostos pela união dos similares, um dentro do outro. O de forma maior identifica ao adulto, enquanto que a menor corresponde a um menino ou uma menina. A diferença de tamanhos entre eles mostra uma preferência por crianças maiores ou menores quanto à idade. Os triângulos simbolizam aos homens que gostam de meninos, enquanto os corações representam homens (ou mulheres) que gostam de meninas. A mariposa personifica aquele que gosta de ambos.
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No caso de que coincidam com alguém que utilizem algumas dessas simbologias, deverão estar alertas, e em caso de aproximação com crianças, avisar à polícia. Os pedófilos gostam de exibir-se em códigos para os demais, utilizando os símbolos em colares, anéis, pulseiras, moedas, jóias, troféus, adesivos, camisetas, etc. É o desenho gráfico a serviço da pedofilia. Protejamos nossos filhos.
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Os pedófilos cada dia ficam mais expostos, e existem ativistas que lutam para que a relação entre crianças e adultos seja considerada normal, aceita socialmente, que seja legalizada a pornografia infantil, pois nas suas crenças, a criança pode decidir o que fazer com seu corpo. São verdadeiros doentes mentais, insanos.
Quando esses símbolos foram publicados, várias pessoas identificaram um desses símbolos, por exemplo, como uma marca de sorvetes. Outros com logomarcas de empresas. Apenas estamos divulgando uma lista fornecida e divulgada em todo o mundo pelo F.B.I.
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Vilma Medina. Editora de GuiaInfantil.com
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O QUE É VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER
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Em 1994, o Brasil assinou o documento da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher, também conhecida como Convenção de Belém do Pará. Este documento define o que é violência contra a mulher, além de e explicar as formas que essa violência pode assumir e os lugares onde pode se manifestar. Foi com base nesta Convenção que a definição de violência contra a mulher constante na Lei Maria da Penha foi escrita.
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Segundo a Convenção de Belém do Pará:
Art. 1º Para os efeitos desta Convenção deve-se entender por violência contra a mulher qualquer ação ou conduta, baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto no âmbito público como no privado.
Art. 2º Entender-se-á que violência contra a mulher inclui violência física, sexual e psicológica:
1. Que tenha ocorrido dentro da família ou unidade doméstica ou em qualquer outra relação interpessoal, em que o agressor conviva ou haja convivido no mesmo domicílio que a mulher e que compreende, entre outros, estupro, violação, maus-tratos e abuso sexual:
2. Que tenha ocorrido na comunidade e seja perpetrada por qualquer pessoa e que compreende, entre outros, violação, abuso sexual, tortura, maus tratos de pessoas, tráfico de mulheres, prostituição forçada, seqüestro e assédio sexual no lugar de trabalho, bem como em instituições educacionais, estabelecimentos de saúde ou qualquer outro lugar, e
3. Que seja perpetrada ou tolerada pelo Estado ou seus agentes, onde quer que ocorra.
A Lei Maria da Penha traz uma definição de violência contra a mulher seguida por uma explicitação das formas nas quais tais violências podem se manifestar, inspirada nos princípios colocados na Convenção de Belém do Pará. Este trecho está no TITULO II – DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER, dentro do qual encontramos dois capítulos, sendo que o primeiro trata de definir a violência em foco e o segundo das formas de violência. Inserimos, logo abaixo, esses dois capítulos, mas você pode acessar o texto completo da Lei Maria da Penha no item A LEI NA ÍNTEGRA.
TÍTULO II - DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER
CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 5o Para os efeitos desta Lei, configura violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial:
I - no âmbito da unidade doméstica, compreendida como o espaço de convívio permanente de pessoas, com ou sem vínculo familiar, inclusive as esporadicamente agregadas;
II - no âmbito da família, compreendida como a comunidade formada por indivíduos que são ou se consideram aparentados, unidos por laços naturais, por afinidade ou por vontade expressa;
III - em qualquer relação íntima de afeto, na qual o agressor conviva ou tenha convivido com a ofendida, independentemente de coabitação. Parágrafo único. As relações pessoais enunciadas neste artigo independem de orientação sexual.
Art. 6o A violência doméstica e familiar contra a mulher constitui uma das formas de violação dos direitos humanos.
CAPÍTULO II - DAS FORMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER
“Art. 7o São formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, entre outras:
I - a violência física, entendida como qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal;
II - a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação;
III - a violência sexual, entendida como qualquer conduta que a constranja a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada, mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força; que a induza a comercializar ou a utilizar, de qualquer modo, a sua sexualidade, que a impeça de usar qualquer método contraceptivo ou que a force ao matrimônio, à gravidez, ao aborto ou à prostituição, mediante coação, chantagem, suborno ou manipulação; ou que limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos;
IV - a violência patrimonial, entendida como qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades;
V - a violência moral, entendida como qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria.”
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Amo-te tanto
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Amo-te tanto, meu amor...não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Nunca, sempre diversa realidade.
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Amo-te afim, de um calmo amor prestante,
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.
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Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.
E de amar assim muito amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.
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Vinícius de Moraes

24 março, 2012

Cinco hábitos saudáveis .

Cinco hábitos saudáveis para você manter sua saúde em dia
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Todos nós precisamos construir hábitos e maneiras de viver uma vida boa e equilibrada
Existe uma regra básica para todos que querem conquistar uma vida mais saudável: construir hábitos! Isso porque nosso corpo só vai nos trazer benefícios se mantivermos uma rotina de costumes saudáveis, do contrário, seu corpo vai somando uma série de agressões que podem culminar em doenças, ganho de peso, etc.
Listamos abaixo cinco hábitos que você deve incorporar no seu dia para colher bons resultados com seus treinamentos.
1. Beba mais água - A água é o primeiro grande hábito saudável, irá melhorar a sua saúde por muitas razões. Substitua imediatamente os refrigerantes e sucos artificais por água. Muitas vezes o sintoma de leve desidratação pode ser interpretado como fome, fazendo com que você coma demais, por isso é tão importante beber água ao longo do dia. Os especialistas recomendam que você beba oito copos de água por dia. Isso pode parecer difícil, mas não é, comece bebendo um copo cheio de água, logo que você acorda de manhã. Vai ajudá-lo a se sentir mais desperto e mais hidratado após o sono. Também vai servir como um pontapé para iniciar seu ritmo de hidratação ao longo do dia.
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2. Dormir o suficiente - Hoje em dia, poucas pessoas conseguem dormir o que o corpo precisa. Quando você não consegue dormir o suficiente, você está mais propenso ao estresse abusando da cafeína para manter-se alerta! Isso realmente não é bom para sua saúde. Somos diferentes quando se trata de quantas horas de sono precisamos a cada noite. O tempo ideal está entre sete e dez horas por noite. Os especialistas também concordam que ter uma rotina é fundamental quando se trata de dormir o suficiente. Tente ir para a cama, na mesma hora todas as noites. Este hábito saudável vai fazer você ter um dia mais proveitoso e tranquilo.
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3. Caminhe mais - Comece a caminhar todos os dias. Um passeio não é apenas para fazer mais exercícios, também é bom para a alma. Quando você anda você está recebendo o ar fresco e está distante das preocupações habituais da vida. O hábito saudável de caminhar vai te dar tempo para pensar e limpar a cabeça de alguma coisa que esteja incomodando. Uma idéia para incorporar este hábito é fazer uma caminhada de 30 minutos no intervalo do almoço. Você também pode usar as escadas ao invés de elevadores.
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4. Alongue-se - Tente iniciar cada dia com uma sessão de alongamentos. Este hábito melhora o fluxo de sangue pelos músculos, ajuda a relaxar a musculatura e prepará-la para o dia que virá. Até mesmo a sua postura pode melhorar.
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5. Relaxe - Não importa o quanto você se exercita ou segue uma dieta, se você não conseguir relaxar os resultados podem não aparecer. Ficar estressado, ansioso e irritado com as coisas só reduz o seu sistema imunológico e torna seu organismo mais vulnerável a uma série de complicações de saúde (física e mental). Reserve um tempo para você. Tente fazer massagens de forma regular, matricule-se numa aula de ioga, aprenda a meditar ou relaxar das mais variadas formas.
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Todos nós precisamos construir hábitos e maneiras de viver uma vida boa e equilibrada. Também é importante verificar os hábitos negativos que podem minar sua saúde - elimine-os aos poucos.
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Busque sempre a saúde em primeiro lugar, pois sem ela você não vai a lugar nenhum!
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Roque Luz

23 março, 2012

ESQUIZOFRENIA E OUTROS TRANSTORNOS PSICÓTICOS

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ESQUIZOFRENIA E OUTROS TRANSTORNOS PSICÓTICOS
Sinônimo e nomes populares:
Psicose, loucura, insanidade
O que é?
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Esquizofrenia é uma doença mental que se caracteriza por uma desorganização ampla dos processos mentais. É um quadro complexo apresentando sinais e sintomas na área do pensamento, percepção e emoções, causando marcados prejuízos ocupacionais, na vida de relações interpessoais e familiares.
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Nesse quadro a pessoa perde o sentido de realidade ficando incapaz de distinguir a experiência real da imaginária. Essa doença se manifesta em crises agudas com sintomatologia intensa, intercaladas com períodos de remissão, quando há um abrandamento de sintomas, restando alguns deles em menor intensidade.
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É uma doença do cérebro com manifestações psíquicas, que começa no final da adolescência ou início da idade adulta antes dos 40 anos. O curso desta doença é sempre crônico com marcada tendência à deterioração da personalidade do indivíduo.
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Como se desenvolve?
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Até hoje não se conhece nenhum fator específico causador da Esquizofrenia. Há, no entanto, evidências de que seria decorrente de uma combinação de fatores biológicos, genéticos e ambientais que contribuiriam em diferentes graus para o aparecimento e desenvolvimento da doença. Sabe-se que filhos de indivíduos esquizofrênicos têm uma chance de aproximadamente 10% de desenvolver a doença, enquanto na população geral o risco de desenvolver a doença é de aproximadamente 1%.
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O que se sente?
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Os quadros de esquizofrenia podem variar de paciente para paciente, sendo uma combinação em diferentes graus dos sintomas abaixo: Delírios:
o indivíduo crê em idéias falsas, irracionais ou sem lógica. Em geral são temas de perseguição, grandeza ou místicos
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Alucinações:
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O paciente percebe estímulos que em realidade não existem, como ouvir vozes ou pensamentos, enxergar pessoas ou vultos, podendo ser bastante assustador para o paciente
Discurso e pensamento desorganizado:
O paciente esquizofrênico fala de maneira ilógica e desconexa , demonstrando uma incapacidade de organizar o pensamento em uma seqüência lógica
Expressão das emoções:
O paciente esquizofrênico tem um "afeto inadequado ou embotado", ou seja, uma dificuldade de demonstrar a emoção que está sentindo. Não consegue demonstrar se está alegre ou triste, por exemplo, tendo dificuldade de modular o afeto de acordo com o contexto, mostrando-se indiferente a diversas situações do cotidiano
Alterações de comportamento:
Os pacientes podem ser impulsivos, agitados ou retraídos, muitas vezes apresentando risco de suicídio ou agressão, além de exposição moral, como por exemplo falar sozinho em voz alta ou andar sem roupa em público.
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Como o médico faz o diagnóstico?
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Para fazer o diagnóstico , o médico realiza uma entrevista com o paciente e sua família visando obter uma história de sua vida e de seus sintomas o mais detalhada possível. Até o presente momento não existem marcadores biológicos próprios dessa doença nem exames complementares específicos, embora existam evidências de alterações da anatomia cerebral demonstráveis em exames de neuro-imagem e de metabolismo cerebral sofisticados como a tomografia computadorizada, a ressonância magnética, entre outros.
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Além de fazer o diagnóstico, o médico deve tentar identificar qual é o subtipo clínico que o paciente apresenta. Essa diferenciação se baseia nos sintomas que predominam em cada pessoa e na evolução da doença que é variada conforme o subtipo específico. Os principais subtipos são:
paranóide (predomínio de delírios e alucinações)
desorganizada ou hebefrênica (predomínio de alterações da afetividade e desorganização do pensamento)
catatônico (alterações da motricidade)
simples (diminuição da vontade e afetividade, empobrecimento do pensamento, isolamento social)
residual (estágio crônico da doença com muita deterioração e pouca sintomatologia produtiva). .
Como se trata?
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As medicações antipsicóticas ou neurolépticos são o tratamento de escolha para a esquizofrenia. Elas atuam diminuindo os sintomas (alucinações e delírios), procurando restabelecer o contato do paciente com a realidade; entretanto, não restabelecem completamente o paciente. As medicações antipsicóticas controlam as crises e ajudam a evitar uma evolução mais desfavorável da doença. Em geral, as drogas antipsicóticas apresentam efeitos colaterais que podem ser bem controlados.
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Em crises especialmente graves, ou em que não houve resposta às medicações, pode-se fazer uso da eletroconvulsoterapia (ECT) antigamente chamado de eletro-choque. Esse método é bastante seguro e eficaz para melhora dos sintomas, sendo realizado com anestesia. Uma outra possibilidade é usar antipsicóticos mais modernos chamados de atípicos ou de última geração. As abordagens psico-sociais, como acompanhamento psicoterápico, terapia ocupacional e familiar são também muito importantes para diminuir as recaídas e promover o ajustamento social dos portadores da doença.
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OUTROS TRANSTORNOS PSICÓTICOS
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Transtorno Esquizofreniforme
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Os pacientes com Transtorno Esquizofreniforme apresentam um quadro clínico muito parecido com a Esquizofrenia. A diferença deve-se ao tempo limitado em que os sintomas persistem. Ou seja, os sintomas devem estar presentes por mais de um mês, porém os pacientes não devem ultrapassar seis meses com o quadro.
A remissão (melhora) deve ocorrer durante esse período, sendo que quanto mais curto for o episódio, melhor é o prognóstico. Prejuízo social ou ocupacional em função de seus sintomas podem estar presentes ou não. Pacientes que persistirem com os sintomas psicóticos por um período superior a seis meses podem receber o diagnóstico de Esquizofrenia.
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O tratamento é similar ao da Esquizofrenia, geralmente necessitando de hospitalização para a realização de diagnóstico e tratamento mais adequados.
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Transtorno Esquizoafetivo
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Essa doença tem características tanto da Esquizofrenia quanto dos Transtornos de Humor. Em outras palavras, os pacientes que apresentam essa doença têm sintomas de esquizofrenia, "misturados" com sintomas de doença afetiva bipolar (antigamente conhecida como psicose maníaco-depressiva) ou de depressão. Esses sintomas podem apresentar-se juntos ou de maneira alternada.
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Ocorre também na adolescência ou início da idade adulta e costuma ter uma evolução mais benigna que a Esquizofrenia e pior que o Transtorno de Humor.
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O tratamento consiste em internação hospitalar, medicação e intervenções psico-sociais. As principais medicações escolhidas para o tratamento do Transtorno Esquizoafetivo são as mesmas utilizadas no tratamento da Depressão e da Doença Bipolar, assim como antipsicóticos.
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Transtorno Delirante
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Delírio é um tipo de pensamento no qual o indivíduo tem uma crença inabalável em idéias falsas, irracionais ou sem lógica. E esse é o principal sintoma apresentado pelos pacientes com Transtorno Delirante.
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Para que o paciente receba esse diagnóstico, os delírios devem estar presentes por um período maior que um mês. Diferem da Esquizofrenia por esses pacientes não serem tão gravemente comprometidos em seu comportamento e linguagem. Os pacientes podem apresentar alucinações, mais comumente relacionadas ao tato e ao olfato (cheiros). O Transtorno Delirante antigamente recebia o nome de Paranóia, associando o nome da doença aos delírios persecutórios. Porém, hoje sabe-se que esses pacientes podem apresentar outros tipos de conteúdo delirante, dividindo o diagnóstico em diferentes subtipos:
Tipo erotomaníaco:
Delírio cujo tema central é que uma pessoa está apaixonada pelo paciente. Esse delírio geralmente refere-se mais a um amor romântico idealizado ou uma união espiritual do que propriamente uma atração sexual.
Tipo grandioso:
Delírios de possuir uma grande talento, conhecimento ou ter feito uma importante descoberta ainda que isso não seja reconhecido pelas demais pessoas. Pode tomar a forma também da convicção de ser amigo de um presidente ou ser portador de uma mensagem divina.
Tipo ciumento:
Delírios de que está sendo traído pelo cônjuge.
Tipo persecutório:
Delírios de que está sendo alvo de algum prejuízo.
Tipo somático:
Delírios de que possui alguma doença ou deficiência física.
Tipo misto:
Delírios acima citados misturados.
Tipo inespecífico:
Delírios diferentes dos descritos acima.
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De maneira geral o tratamento é realizado em consultório. Internação hospitalar pode ser necessária em situações em que há presença de riscos (agressão, suicídio, exposição moral). O tratamento é feito com medicação antipsicótica e psicoterapia.
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Transtorno Psicótico Breve
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O Transtorno Psicótico Breve pode ter um quadro clínico muito parecido com a Esquizofrenia ou com o Transtorno Esquizofreniforme, apresentando delírios, alucinações, linguagem ou comportamento desorganizado ou com o Transtorno Delirante. Entretanto esses sintomas deverão estar presentes por um curto espaço de tempo e persistir no mínimo por um dia, e no máximo por 1 mês, melhorando completamente dentro desse período sem deixar sintomas residuais.
Geralmente encontramos situações estressantes que precipitam o quadro.
O tratamento deve ser com medicações antipsicóticas, eventualmente necessitando internação hospitalar. A evolução desses quadros costuma ser benigna com total remissão dos sintomas.
Transtorno Psicótico Compartilhado (Folie à Deux, Codependência)
Trata-se de uma situação rara na qual uma pessoa começa a apresentar sintomas psicóticos (delírios), a partir da convivência próxima com um doente psicótico.
Geralmente ocorre dentro de uma mesma família, entre cônjuges, pais e filhos ou entre irmãos. O tratamento consiste em separar as duas pessoas. Se houver persistência dos sintomas, pode ser necessário usar medicação antipsicótica. Psicoterapia e terapia familiar também ajudam no tratamento e prevenção.
Colaboradoras
Dra. Alice Sibile Koch
Dra. Dayane Diomário da Rosa
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